Vida, amor, eu.

Como vir aqui e dizer tudo isso do coração?
Dizer que hoje eu vendo o nada, vi que nada somos. Nada podemos.
Com a cabeça confusa, o coração desesperado eu hoje chorei. Chorei por tudo que não posso mudar, que devo aceitar, e encarar dessa forma a vida que ás vezes me angustia tanto.
A verdade é que somos o que escolhemos. E nada nos faz mudar, a não ser nós mesmos.
É a sensação de decepção que tanto dói, a de saber que não tem volta, a de pensar que talvez nem tudo seja pra sempre.
É praticamente ir atrás da infelicidade. É saber que aquilo só vai te magoar, e que volte todos aqueles sentimentos tão difíceis. Mas, e o amor?
Como podemos não pensar no amor. Será que aquilo que tanto ouço seja realmente verdade? Não. Amor existe sim.
Como sempre a dúvida em momentos assim. Dúvida da vida, não do amor.
E nessas horas que eu sei, que aprendi aos poucos, mas aprendi. Aprendi a respeitar, a ouvir, a falar, a amar, a entender.
Não julgo mais, nem discuto. Apenas procuro um canto onde eu possa encontrar a paz, os sentimentos, os pensamentos positivos.
A calmaria encontro aqui, em palavras poucas, bobas, sozinhas. Encontro na música recém descoberta, na bagunça dos cães. Tudo isso me torna quem sou, porque tudo foi eu quem escolhi.

Marcela Silva
24/12/2009 00:00

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