Pare de tomar a pílula.

Ou usar o anel, adesivo, tanto faz.

Mas calma, a não ser que você deseja engravidar, continue com a camisinha.

Senta que lá vem história.

Em maio do ano passado, na minha visita ao Brasil, aproveitei também pra fazer um checkup de saúde, e fui ver minha ginecologista. Como tinha bastante tempo que eu tomava pílula, ela me pediu pra parar por dois meses só pra dar uma pausa depois de tanto tempo, e logo em seguida, voltar a tomar.

Pois bem, nesses 2 meses eu acabei descobrindo uma nova Marcela.

É incrível o quanto a pílula mudou meu corpo. O quanto me limitou em diversas coisas, e eu nem sabia disso.

Eu posso dizer que me redescobri como mulher. Mudou o humor, o apetite, líbido, TUDO.

A partir dessa descoberta toda, eu decidi parar de vez com a tal da pílula, que me acompanhava por mais de 10 anos.

E além disso tudo, comecei a questionar outras tantas coisas. Por exemplo, por que não investem milhões em pesquisas pra pensar em um anticoncepcional para os homens, que não sofrem com tantos problemas hormonais como nós? Por que não é mais explícito o que realmente acontece com nossos corpos de uma maneira mais clara, que não seja só nas entrelinhas da bula? Enfim, muita coisa que me parece um pouco distorcido demais.

Então, coloco aqui essa sugestão: Vai te conhecer melhor, mulher! Vai lá sem medo, conheça teu corpo, teus desejos, teu humor, sem manipulação alguma. Vai lá que vale a pena.

Vale a pena ser livre.

2016

Ano novo, hora de novas metas.

Eu já acho que a meta de me formar é o suficiente pra me manter ocupada pelo menos até junho, mas deixa eu colocar umas coisas a mais aqui.

Em 2016, eu quero e vou me esforçar para:

  • Curtir o inverno fazendo hiking
  • Tentar patinar no gelo mais uma vez
  • Terminar meus projetos da escola com no mínimo 3 dias de antecedência da entrega
  • Fazer duas viagens grandes
  • Fazer 2 viagens pequenas
  • Escrever no meu blog pelo menos uma vez por mês
  • Me exercitar 2x por semanas ou mais
  • Ler um livro por mês
  • Curtir ficar no sofá assistindo netflix sem fazer nada e não me sentir culpada por isso
  • Lembrar de agradecer de poder fazer as coisas chatas, como lavar roupa e louça
  • Praticar o desapego com pessoas
  • Sair com minhas amigas pelo menos 1 vez a cada 15 dias
  • Parar de reclamar tanto de tudo
  • Parar de falar “eu odeio”
  • Parar de procrastinar
  • Ser mais organizada com minhas coisas pessoais
  • Ir em todos, ou a maioria, dos festivais de graça em Montreal
  • Ir em pelo menos 2 shows que eu queira ir
  • Usar a bicicleta no mínimo 3x por semana durante o verão

Não necessariamente nessa ordem.

Acho que tá bom, né? Pra mim está, então é o que conta.

Sem pressão, calma.

2015

Ainda não é o último dia do ano, mas é o penúltimo. E amanhã, eu pretendo não ficar aqui pensando em tudo que tenho pra falar desse ano.

2015 na minha vida fica como o ano mais difícil, mas também um ano bem feliz e real.

Na verdade, eu divido esse ano em dois. Teve 2015 de janeiro até fim de abril, e a partir daí um outro ano. E esse primeiro foi incrivelmente difícil em um milhão de maneiras diferentes.

Mas, quando tudo se ajeitou, que foda que esse ano foi. Quando conversar adiantou, quando tudo que precisava ser dito, mudado, ajeitado, construído, foi feito, começou um dos anos mais legais de todos os tempos.

E é nele que estou hoje.

Sempre que chega finzinho do ano, eu fico quietinha, pensando em tudo que passou, que eu vivi, nas pessoas que estão na minha vida agora, nas que estão quase saindo, nas que estão chegando, nas pessoas que eu vou levar pro resto da vida como amigas, penso na minha família, no inverno, na Molly, no Fred.

Como eu senti e ainda sinto saudade do Fred. Ainda dói, como se ele tivesse acabado de ir embora. Saudade dessas de chorar muito.

Tem gente que tá quase saindo de vez da minha vida, e pra elas o meu obrigada pelas risadas e momentos que compartilhamos, mas tem diferenças que não convivem juntas mesmo. Isso inclui até momentos da vida. As pessoas vem e vão, e faz parte.

Tem algumas poucas pessoas que hoje eu sei o quanto são essenciais. E essas, eu quero que sempre estejam comigo.

Eu to quase me formando. Tá tão perto que é praticamente palpável. Eu to conseguindo. Recuperei no verão e outono a matéria que eu tinha reprovado, vou me formar no tempo esperado. E a partir daí outros sonhos sendo realizados.

Foi nesse ano que surgiu um dos maiores projetos da minha vida, que me dei conta que to com 31 anos, que criar expectativas só me fazia mal, que ansiedade acaba comigo a ponto de não respirar, e que sonhos loucos podem ser compartilhados.

E também entendi que o que eu acredito em política é diferente do que eu imaginava ser, e por isso mudei minha visão política, e to tentando estudar ainda mais sobre isso.

Foi nesse ano que eu nadei no mar quente de Porto de Galinhas, que eu comi pão francês de manhã com manteiga, que eu passei noites em claro rindo, conversando, jogando com meus amigos. Que eu vi bambis soltos, bem de pertinho. Que eu pendurei todos os quadros na casa.

2015 foi um ano muito EU. Mas que foi muito um ano EU+VOCÊ. E que deu tudo certo.

Que 2016 venha cheio de energia positiva e concretizações. Que seja um ano bom e feliz.

Meio clichê, mas tá ai 365 oportunidades pra fazer o que a gente quiser.

Feliz ano novo!

{a foto é do marido, no dia do meu aniversário de 31 anos}

Senhora Vírus

Quando eu tinha uns 13 anos peguei meningite viral. 40 e tantos dias de repouso absoluto.

Dai com 25, veio a H1N1. Horrível, não conseguia respirar, também repouso absoluto, não podia fazer nada.

E agora, com 31 veio a tal pericardite. Consegui a manha de pegar um vírus que vai pra membrana do coração. E adivinha só? Repouso absoluto.

Passei uma noite no hospital, e quando voltei, ainda pensei “nhé, dá nada, só um repouso mas consigo fazer tudo normal”. Só que não né. De levantar e ir fazer xixi, parece que corri uma maratona e fico sem ar o dia todo. Deitar? Nhé, pra que? Só consigo dormir deitada.

Voltei pra casa segunda a tarde, e hoje, quinta a noite ainda to sem ar, ainda tenho uma dor no peito e braço do lado esquerdo que já cansei e falta de ar no nível não consigo falar muito.

Aqui vos fala a senhora vírus. Deve ter algum dispositivo no meu corpo que olha os vírus mais bizarros andando por ai e fala “poxa, que vírus lindinho, vem aqui pra esse corpo, vamos te receber super bem!”, só pode!

Desculpa tanta reclamação, ta? Mas os dias estão lerdinhos, e cheio de dores.

E um muito obrigada para o marido, que ta me cuidando, me fazendo companhia, cozinhando, cuidando da casa, da Molly, da vida, e ainda tem tempo de me dar amor e massagem.

Mas calma, isso vai passar também.

Reclama Marcela, reclama.

Verdade seja dita, o inverno de Montreal só é suportável quando sua vida tá boa.

E minha vida ta uma zona. Mil coisas pra resolver, e ai conversa, conversa, conversa, e não resolve. E tenta ir pra escola, passa frio, e tem a ideia de ir passear, e ai lembra que ta -20, e passeio significa congelar em 5 minutos na rua.

Pra dar um plus, 5 da tarde é noite, e 7 da manhã também.

É bem compreensível ter tantos canadenses em depressão. Esse inverno só te puxa pra baixo.

Mas coitado né, não é totalmente culpa dele. É o que eu disse, se tudo ta bem, da pra aguentar.

Mas e agora que não ta bem? Ainda faltam bem uns 70 dias de temperaturas bem abaixo de zero, de neve, de tombos. Como faz?

Ainda não sei. Ainda to tentando aqui. Ando me virando com música, com livro, com as essays do Einstein que tenho que ler pra aula, e lembrei hoje do blog.

Talvez tudo isso junto, faça eu me sentir menos sozinha.

E juro que nem to na TPM.

Processando…

No meio de muita coisa na minha cabeça, no meu coração, e na minha vida, eu vim só pra deixar registrado duas músicas que vivem comigo esses últimos tempos, e que significa um milhão de coisas pra mim agora.

Só pra não se perder por ai enquanto eu to processando a vida.

92.

Em 2 dias algumas coisas bizarras aconteceram em relação a ‘padrão de beleza’. E eu decidi finalmente escrever algo mais sério a respeito.

Antes de tudo, que fique muito claro que não julgo pessoas que estejam acima do peso (ou não) e estão tentando emagrecer. Acho saudável, e sou a favor sim de mudanças desde que o motivo seja o bem estar da pessoa, e não apenas para atingir um padrão de beleza, que na minha cabeça é tão absurdo que nem existe.

Eu hoje tenho 92kg. Isso mesmo, 92. Uau né? Que enorme de gorda essa guria. Será?

Ouvi ontem no corredor da escola: ninguém com mais de 70kg pode ser feliz. E pior, não é a primeira vez que ouvi isso na minha vida.

Engraçado que tem um limite de peso pra ser feliz. E se eu hoje falar que sou 20kg mais feliz que você? Ou 20kg mais bonita? 20kg mais realizada? Te ofendo? É só mudar a medida que tudo muda. Ser 20kg mais magra que alguém não diz absolutamente nada sobre você.

Eu sou tão bem resolvida com meu corpo. Sou tão feliz com ele. Me lembro de muitas pessoas que passaram pela minha vida que me falavam que se eu emagrecesse ia ficar linda, e eu sempre pensava, nossa, mas me acho tão linda já!

A verdade é que parei de sofrer muitos anos atrás quando insistia em comprar uma calça 42 e nunca entrava.  Quando você se aceita como você é, se acha linda por isso, e não pelo que a sociedade diz o que tem que ser, você não tem mais medo de comprar a calça 46. E eu me aceitei assim. Eu me amo assim, desse jeitinho que eu sou, e não é de hoje. Sou assim tem muito tempo.

Me preocupa milhões de pessoas, principalmente as mulheres, que ouvem isso e imagino o que acontece com a auto estima delas. Eu nem sei o que escrever na verdade, mas vou tentar.

Se desprendam disso. Seja feliz como você é. O padrão de beleza que a sociedade impõe não existe. Mesmo que você fique magra (o que é completamente relativo pra cada corpo) só isso não traz felicidade a ninguém.

O que estou tentando dizer é, você precisa se amar. Gorda, magra, alta, baixa, com espinha no rosto, com namorado, solteira, casada. Você é a pessoa mais importante da sua vida. E quando você entender isso, tudo vai ser mais fácil, mais leve.

Não tenha medo do que as pessoas vão te dizer, porque muitas delas o fazem porque estão tão perdidas que é mais fácil falar do outro.

Se eu fosse me ofender com pessoas próximas a mim que falam que estão gordas (todas com no máximo 65kg) eu teria que parar de falar com muita gente que eu gosto. Pra mim todas elas são tão lindas.

É muito fácil viver isso tudo fora do Brasil. Aqui as pessoas se vestem como querem independente do corpo que elas tem. Vejo uma liberdade muito maior aqui. Quando ouço problemas com peso sendo discutidos, são sempre de estrangeiros. Talvez esse até tenha sido um dos motivos que eu me adaptei fácil por aqui.

E o mais engraçado de tudo isso, é que sei que vão ter pessoas que vão ler até aqui e ainda tão pensando: nossa, ela pesa 92kg, que horror.

Seja livre de rótulos pessoal.

Boa semana.

eu voltei, agora pra ficar

A história é de uma menina que criou o primeiro blog lá quando tinha uns 16 anos. Ela escrevia tudo e nada, achava que sabia tudo e não sabia nada. Depois ela mudou, veio alguns outros blogs. Ela esteve nesse aqui, mudou, e no outro escreveu sonhos, medos e pensamentos, e depois de um tempo, perdeu o blog tão querido. Com ele foi embora um pedacinho da vida dela, que com a falta da memória ela literalmente esqueceu. Tentou um tal de moderno tumblr, mas desistiu.

Ela sentia falta de escrever, e procurou até que achou de volta esse canto.

Nesse meio tempo ela se encontrou no feminismo, nos números, na neve, na vida de estudante.

Claro que ela deixou de ser menina há tempos atrás, e agora ta beirando os 30.

E chega né? O resto é história minha gente.

Bem vinda de volta, Marcela.

24-06-2010

No último post falei que a gente ia casar… e casamos.
Não poderia ter sido mais nosso. Meu dia começou cedo, eu levantei da cama as 05:40 porque tinha tanta coisa na minha cabeça que eu não conseguia mais ficar deitada. Olhei para o lado e Léo dormia tranquilo, até o invejei um tanto, Léo é tão calmo, queria um pouco mais dessa tranquilidade pra mim.
Peguei o note, selecionei algumas músicas que eu queria que fizesse parte daquela manhã tão gostosa.. gravei um cd que não funcinou depois, mas, ele tá lá, faz parte desse dia também.
Minha mãe chegou cedo, começou a me ajudar com as coisas de casa, com a mala, e quando eram 6:30 o maquiador chegou. Super adiantado, corri pra tomar banho. Léo foi buscar alguma coisa pra comer na padaria, e logo chegou a Sharon.
Eu tinha falado pro Marcelo que eu queria algo natural, meu cabelo muito parecido com o dia a dia e a maquiagem muito discreta, e eu não poderia ter tido melhor maquiador.
Fiz um chimarrão pra acalmar um pouco, e pronto, sentei e deixei o dia acontecer.
Quando ele terminou, fui ver no espelho, não tinha como ter sido mais minha cara o cabelo, nem a maquiagem, nem o vestido, nem o sapato, nem a fotógrafa, nem o noivo.
A correria da hora de sair chegou, e lá fomos nós pro cartório que é pertinho de casa.
Nossos convidados eram óbvios, os pais, os irmãos, meu primo e minha amiga que fazem parte de mim.
Esperamos, chegou nossa hora,  e durou 2 minutos tudo. Assinei como Marcela Silva Sanches de Lima. Alianças trocadas, abraços de todos. Acabou ali. Passou rapidinho, assim como imaginei que seria.
E ai veio a parte que eu também esperei muito… a sessão de fotos. Fomos pra um mini parque que tem ali na Chácara Sto Antonio, quase ninguém conhece, mas eu sabia que ali seria perfeito. Com o marido fotógrafo, apesar de termos muitas boas fotos, nunca tivemos as fotos merecidas pra tanto amor que temos, e esse foi o presente que eu queria pra nós. A Sharon como fotógrafa/amiga que amamos profissional/pessoal rs, sabe o suficiente da nossa vida, da nossa história, do nosso amor pra poder fazer aquele momento ser especial como eu queria que fosse. Passamos a manhã ali, com carinho, com beijo, um momento nosso, era a realização dos passos que nos fizeram chegar até ali.
Eu era feliz, minha vida até ali tinha sido como eu pensava, cercada de amor, de Léo. Nao sabia que existia felicidade maior, e existe. Eu consegui superar minha própria felicidade, eu consegui superar meu amor, meu sorriso, minha vida. Eu era do Léo e ele era meu.
Fomos na escola onde nos conhecemos assim como eu tinha imaginado quando pensei nessas fotos, cheio de alunos “smurff”, e depois casa pra sentar no quintal e deixar nossos pequenos lamberem, e sentirem a felicidade junto, eles são afinal de contas, a extensão da família que estamos construindo, nossos bulldogs gordos.
O casamento foi assim. Simples assim, mas tão nosso, que nem se eu tivesse planejado uma festa com 500 pessoas teria sido tão perfeito. Eu casei como eu esperava, como eu queria, com quem eu sempre sonhei. Foi nosso.
A lua de mel foi a extensão desse dia tão único. Passamos 4 perfeitos dias num lugar perfeito. Passamos o tempo do avião com cruzadas e boas risadas.
Mas nada disso tudo teria sentido sem ele. Que faz cada segundo da minha vida valer a pena, que segue qualquer caminho ao meu lado, que me apóia, me suporta, me ama. Sem ele que me dá colo, que me entende, que faz meu café todos os dias.
Eu sempre pedi a Deus pra ser feliz, mas o que eu tenho eu sei que é além disso, eu tenho o amor, da forma mais completa que uma pessoa pode ter.
Baby, func<<.

Vim hoje sendo eu. Sem querer escrever bonito, apenas escrever. Faltam 48 horas pra gente casar, é eu vou casar.
Não vai ter festa, não vai ter religioso, vai ter o civil, vamos lá, assinamos, colocamos a aliança escolhida com tanto carinho nos dedos, e colocamos o pé pra fora devidamente oficializados. Ontem eu fiz um convite, pq amigos muito próximos fizeram questão de ir, e ao invés de mandar o endereço e só, eu escrevi algo bonitinho com endereço, dia e hora. Ali tá escrito assim: cumplicidade e amor nos trouxeram até aqui, agora é o momento de oficializar esse caminho que escolhemos seguir…
Eu não poderia ser mais sincera nessas palavras. Eu e ele sabemos de cada passo que demos, cada decisão juntos, e o que nos trouxe até aqui, até esse dia. Erramos, acertamos, caimos, levantamos. A gente construiu nossa história. 
Tivemos carinho pra escolher os poucos detalhes, a aliança, a roupa, e ainda ganhamos uma lua de mel que com sol ou chuva sei que será inesquecível.
No dia que fomos lá no cartório, levamos as mães, que nos conduziu até nosso caminho cruzar, e não poderia ter melhores testemunhas que essas. Todos perguntaram: mas por que a pressa? Pressa? Não, não teve pressa, apenas decidimos, apenas pensamos e gostamos da quinta-feira dia 24. É um dia par, no mês par, no ano par. Sai de lá com um frio na barriga, bobeira de menina que pensa, meu nome vai mudar tudo. É só um detalhe, mas vai mudar. Eu quis, ele quis e assim decidimos.
Faltam 2 dias, que vão passar rápido, e daqui a pouco é a hora. E sei que lá, vão estar as pessoas que nos amam, assim como a gente é. Os que não podem estar pessoalmente estarão na torcida, no pensamento, esses que nos ajudaram, que nos incentivaram, que viu alguma fase, que esteve com a gente em algum momento desses 5 anos e um tanto.
Eu to feliz, aquela felicidade que não cabe no peito, que dá vontade de ficar pulando e gritando. Mas com ele, eu aprendi a ser menos ansiosa. E vou aproveitar esse pouquinho que falta da melhor forma. Ficando com ele, na nossa casa, com nossos cães.

(L)