Foi.

É como sempre, falar do inexplicável.
Dizer que doeu quando li, quando vi.
Aquele medo parece me rondar rindo baixo para só eu ouvir. Estás zombando de mim então?
Talvez me ache ingênua demais por acreditar em algo que desacreditei há muito tempo?
Cansei. Quero viver sem me perguntar se consigo.
Ouvir ontem como então as pessoas mudam, e ver hoje o quanto mudou me distancia.
O amor é independente disso.
Depentende é a carne, o desejo, o medo.
No fim de tudo, a pergunta é sempre a resposta. Era eu.
Não sei mais até onde me importa saber.
Eu vivo de amor, de cumplicidade, e isso, nunca foi segredo.
Te abri meu coração, meus sonhos, pensamentos. E da forma mais cruel, você os fechou novamente.
Eu escolhi, decidi, lutei, chorei, ouvi, falei.
Não foi em vão. Mas, foi pra mim, não pra nós.
Nós, talvez deixe de ser.
Passa a ser eu, tu, eles, elas.

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