eu falo o que meu coração bobo sente.
Eu vivo o que ele me proporciona.

Eu vivo do novo que me transforma,
do amor que me consome.

Eu vejo nas entrelinhas a repiração forte,
o desejo de ser, de não ser.

Eu ouço de longe o grito agudo,
a música tocada,
o choro baixinho.

Eu sinto um arrepio gelado no pescoço,
o aperto contra a parede,
sinto eles, você.

Cada pedaço do meu corpo grita aquilo que meu coração fala.
Cada canto da minha vida expressa meu eu, meu tudo, meu nada.
E em cada tudo de mim, eu vejo você, vejo nós, vejo sempre, vejo nunca.

permita-se

eu sou o novo, eu sou o velho.
sou a brisa, calmaria, gritaria.
eu vejo números em árvores.
eu sou forte, sou fraca.
eu vou atrás do que procuro.
eu fujo quando tenho medo.
eu sinto coração quando te vejo,
amo quando posso.
sou vento forte em dias quentes.
eu canto alto, sussurro ao pé do ouvido.
eu te vejo de longe, de perto.
eu sou palavras, sou cantigas.
eu sou uma potência em tudo.
sou escolhas, sou caminho.
eu quero o mundo colorido.
eu espalho sorrisos.
eu sou triste, sou feliz.
eu sou extremos.
eu sou a sorte, sou inspiração.
sou careta, em ambos sentidos.
sou de doce, de amargo, de limão com sal.
sou jujuba e chiclete.
eu sou o que quero ser.

Sabe o que é? É saudade dessas que eu sinto seu cheiro no meu cabelo, na minha mão.
Dessa que eu fico vendo o tic tac demorado pra chegar logo a noite, dessa que a noite chega e passa rápido demais pra amanhã eu ter ainda mais saudade.
É vontade de te abraçar, de te cuidar, de te cheirar, de te ouvir, vontade de falar de tudo, falar da vida, falar de amor, falar de problemas e suas soluções.
E falando de tudo isso amor meu, eu vi aqui e tá chegando a hora de te ver.
Adoro esses dias assim, esses dias cheios de nós dois.

complicité

E nada seria sem você pra saber me abraçar mesmo quando eu vejo o mundo todo de cabeça pra baixo.
Mesmo com todos os meus defeitos, com todos os meus gritos, eu te vejo aqui sempre, e isso, me fortalece, e me lembra que eu sou realmente.
E sem você eu não saberia fazer tudo o que o mundo coloca a minha frente, eu apenas fugiria pra longe.
E mesmo ás vezes que me perco, eu sei me encontrar porque sei onde o amor está.
E eu te amo por tudo que sou, por tudo que somos, por tudo que é.

O que aqui escrevi, só a mim diz respeito.
Eu espero poder respeitar o meu eu.
E assim, deixo esse espaço em branco, para que o que antes havia, não suma em meu coração, apenas nas palavras.
Elas foram ditas, e ao menos essa angústia aliviou.
Eu vou, porque meu amor está a me esperar, e é lá que vivo.

Arte como eu vejo.

Eu aprendi a ver arte aos poucos. No começo eu via só a parede onde o Léo teimava em ver a foto.
São 4 anos de conviência. De olhar diferente em cada detalhe.
Cada dia mais orgulhosa de ser a mulher ao lado dele neste momento tão bom.
E para quem quiser ver um pedacinho dessa mágica que acontece através das lentes e dos olhos dele, o site está no ar.

www.leosanches.com

Orgulhosa e realizada.

Passos largos, coloridos
Andei, caminhei, nadei
Fui sem o medo
Ao lado do amor, coragem
Ao lado da coragem, força.
Respirei minha essência
Avistei meu passado
Passei horas ao seu lado.
Vim perder para achar
Respirei o cheiro da terra,
Mergulhei na água nascente,
Nascente da minha história.
Trago vida, cor, humor.
Fui até onde vida não há,
Mas, você foi tão mais
Doeu, passou, e agradeço.
Eu vivo hoje por isso,
Eu sou assim por isso,
E assim continuo aqui,
Para daqui anos,
meu filho possa sentir tudo isso,
vendo apenas onde eu cresci.

12:12 31/03/2009

Eu canso de muitas vezes pedir desculpas e não me sentir errada.
Você erra também.
E me vejo magoada e sozinha hoje.
Talvez, seja uma fase de tudo novo na sua vida, essa vida, que não sei mais se me inclue.
Eu me vejo e me pergunto se ainda consigo ficar e continuar assim.
A resposta que eu ouço, é a que me dá medo, angústia, e lágrimas surgem nos olhos.
Mas, eu cheguei até aqui, e sei, que consigo continuar.
O amor não acabou, a saudade não acaba, mas talvez tenha sim chegado ao fim o nós.
Eu aqui escrevo o que sinto e não posso te falar, porque simplesmente você não me ouve mais.

“Ninguém muda a realidade sozinho.”

Eu chego em casa falando alto: Goooordooos?
São eles, meus dois. Fred e Molly. Companheiros inexplicáveis de qualquer momento.
Eu já adotei cão de rua, ja cuidei de muitos na rua, já fiz campanha de doação, e se pudesse, cada um desses vários que vejo na rua, eu levaria, daria carinho e daria vida a eles.
Hoje eu to sendo eu pra divulgar um vídeo que gostei muito.
E espero que vocês também façam a parte de vocês.
“Ninguém muda a realidade sozinho.”
Quem sabe esse ano não vem mais um se juntar aos meus gordos, mas ai eu quero um virão, daqueles bem malucos, igual o Totó, a Kira, a Laika, a Nina, e todos os que eu fiz parte da vida.